domingo, 30 de outubro de 2011

iPhone ou Galaxy - Apple ou Samsung

Neste mesmo blog postamos a matéria Afinal, para que serve um iPhone.

Neste fim de mês de Outubro, temos a informação de que a Samsung superou a Apple em fabricação de smartphones. É hora de orientar os usuários na escolha de seu smartphone, analisando (1) o aparelho, (2) o sistema operacional, (3) os aplicativos, (4) o tipo de relacionamento com o cliente na hora de baixar aplicativos e (5) quem promete um futuro mais consistente.

O aparelho

Quem já teve oportunidade de ter um iPhone nas mãos já sentiu a dificuldade de acesso à bateria e às ranhuras para inserir mais memória. Para não falar do problema "vexamoso" da gaveta do chip. O acesso ao Galaxy de forma semelhante ao do iPhone, com perigo para as unhas, mas o chip fica muito mais seguro, pois o seu encaixe não é feito pela anacrônica, ridícula e frágil gavetinha, que já fez muita gente passar a usar o iPhone como computador de mão e console de internet.

O aspecto mais desejado, carro chefe dos smartphones, que é o soft-touch, é tão bom em um quanto no outro.

Sistema Operacional

O sistema operacional do iPhone é o Unix de Berkeley modificado. No seu estado natural, bloqueado, o iPhone não permite que o usuário leigo acesse e aproveite dos benefícios deste sistema, tornando-o inócuo. Então os usuários dirão:

"Eu não preciso acessar o sistema operacional"

Bazófia. O preço de um iPhone PEDE que o usuário o utilize até "a medula". Sem isto, é dinheiro perdido.

Já o Android do Samsung pode ser acessado e é Linux, possibilitando implementações desde as simples até aquelas que personalizam o Samsung como Console de uma empresa, ou seja, se colocado na mão de um vendedor, ele pode ser customizado para ser um terminal de vendas, por exemplo.

Os aplicativos

Baixamos e utilizamos o XCode da Apple para gerar aplicativos para iPhone. Tanto a interface quanto o processo para transferir o aplicativo para o iPhone desanimam. Mas as aplicações Android são mais evoluídas, dada a experiência da Google com seus "engines" e ao apoio da comunidade Internet. Não tem comparação.

Acrescente-se a compatibilidade natural do Android com o Java, em estado maduro, e com a IDE Eclipse para apoiar o desenvolvimento.

Relacionamento com o cliente para obtenção dos aplicativos

O pobre usuário Apple fica "acorrentado" à Apple, mesmo pagando US$ 1 a US$ 40 por aplicativo da monopolizadora Apple Store. Ridículo. Deixo isto para a "ELITE" de usuários Applemaníacos, que acham isto natural.

O futuro

Seremos objetivos. NÃO ACREDITAMOS EM UMA APPLE SEM STEVE JOBS. Não se substitui visionários, pois nascem poucos a cada século. Já a Google não está apoiada em pessoas. Não sabemos nomear nem 2 experts, mas conhecemos as ferramentas dela, utilizamos as mesmas no dia a dia, e não temos reclamações.

A vantagem do Android é ser fruto da Google, e certamente ela o levará ao estado da arte em matéria de integração com a Internet, tanto em aplicações comerciais como educacionais.

Conclusão

Use este artigo como referência. Consulte os usuários do Galaxy, converse com eles. Conheça o Android. E não se esqueça do preço.

domingo, 4 de setembro de 2011

iPad, iBooks e a chamada Pirataria

Já falamos sobre o apelo de consumo além de promessas mirabolantes em torno do iPad.

Um aspecto, no entanto, não ficou bem esclarecido. O iPad vem com um leitor próprio de e-books, chamado de iBooks. Pode não ser o melhor em matéria de leitura de livros eletrônicos, mas exerce a função para o qual foi planejado.

A Amazon Books possui o Kindle, um aparelho digamos "burro", que só lê e-books.

Os consumidores, nos dias de hoje, fazem análises de custo benefício por conta própria, e chegam a conclusões como : é melhor o iPad, pois possibilita executar mais funções, outros aplicativos, etc. Mas não basta a análise de custo benefício, e ela nem deve ser feita se o primeiro apelo foi SÓ CONSUMO.

Você tem computador em casa ? O objetivo é lêr livros ? Pode ser em papel ? Se não puder ser em papel, cocê quer ler os livros andando de ônibus, de carro, de avião ? Você ainda pode ler em papel mesmo. A letra pequena incomoda ? Neste ponto começa a surgir uma NECESSIDADE, mas será que é real ? Você pode deixar de ler livros em trânsito ? Porque desta forma você pode ler no computador, aumentando a letra pelas ferramentas do programa disponível.

Pergunte-se ainda: Você ainda tem esta necessidade de ler livros de forma tão obrigatória, e a letra pequena atrapalha ? Não pode substituir esta atividade por outra, então ? Se não puder, então você precisa de um leitor de ebooks. Mas tem que ser iPad ? Você vai usar a "multidão de aplicativos" anunciada insistentemente, ao preço absolutamente imoral de 700 dólares (R$ 1200 mais ou menos), imoral sim para um equipamento sem possibilidade ampla de ligação de periféricos, e cujos softwares são, em sua maioria, pagos ?

Tenham a santa paciência. Ninguém precisa sair por aí, a não ser por força da profissão, munido de algo tão caro, que atrai marginais, apenas para exibir poder aquisitivo.

Um livro em papel, com alguma leitura que preste, custa algo que vai desde R$ 35,00 até R$ 90,00, e pode levar anotações, estando disponível a toda hora, além de ser um objeto, pelo menos no Brasil, à prova de roubo. Já um ebook, no Mercado Livre, dentro de um espectro limitado de títulos (provavelmente aqueles que ninguém quer ler), está em R$ 7,00. Mas bons títulos (best-sellers) estão entre US$ 7 a US$ 13 (R$ 13 a R$ 20), com a desvantagem de terem que ser baixados, e dependentes de um iPad ou Kindle.

Se o leitor cansa do livro em papel, pode vendê-lo (o meio é propriedade sua). Já um ebook não é seu, e não tem o princípio de "mídia em estado sólido"; ele é absolutamente virtual. Se o leitor para aquele formato sumir do mercado, e você reinstalar seu iPad, já era.

Pirataria

Pirataria é um termo cunhado para justificar preços altos, com a desculpa de resguardar direitos autorais, mas bem conveniente para as elites afastarem o público em geral daquilo que elas querem só para si. No caso do tema deste post, livros, que significa cultura, e dirigido para pesquisadores, aceitar taxas de R$ 110,00 (um bom livro de faculdade) para baixar é exploração, e está contradizendo o princípio de que o Estado é responsável por Educação.

O estudante universitário, e o aspirante a mestrado e doutorado precisam baixar pelo menos um 50 livros para a pesquisa de um só tema. O custo pode chegar a absurdos R$ 5500,00, mais compatível com o custo de reforma de imóvel. Absurdo.

Os fabricantes, sim, fazem pirataria: Tomada de dinheiro indevido do consumidor, e ainda respaldados pela lei, escondidos por detrás de CNPJs, impostos que tentam burlar e táticas de comunicação para o público que tentam criar necessidades em cima de necessidades.

Conclusão

Veja bem se não está acompanhando modismos, e no caso dos ebooks, se não está comprando um complicador ao invés de leitor de ebooks.




quarta-feira, 17 de agosto de 2011

iPhone 5

Tenham a santa paciência. Desde filmes até aparelhos, é esta corrida por novas versões.

No caso da Apple, esta corrida também é contra os hackers, o destravamento, e contra os asiáticos também. Aliás, contra os asiáticos é um paradoxo. Ela quer concorrer contra os ágeis e produtivos chineses, coreanos, vietnamitas, mas envia os componentes para montar o iPhone e o iPad na China. Dá prá entender uma coisa desta ?

Em primeiro lugar lançamos o alerta:

NÃO COMPREM O iPhone 5, 

pelo menos até 3 meses após o seu lançamento. O motivo principal é o provável travamento progressivo que a paranóica Apple vem aplicando aos seus modelos. Se você não quer ficar cada vez mais escravo da AppleStore, não faça sequer planos de comprar este modelo.

Em segundo lugar, questionamos o fato da montagem de um aparelho que leva muito plástico ser feita em país de clima diverso do nosso. Isto está provocando problemas de encaixe e o problema na gaveta do chip. Havendo acesso à bateria ou memória, ao se recolocar a tampa, o encaixe não volta mais ao normal.

Plástico não é um material muito estável para ficar sofrendo tensões. Nosso clima também é muito quente e cada vez mais seco, diverso do quente e úmido chinês.

Portanto, CUIDADO.

Em terceiro lugar, vem esta febre de atualizações e novas versões. Cada vez um novo aparelho tem novas funcionalidades que o cliente nem usa, e após um tempo repara que as velhas funções não estão mais disponíveis, para que o tolo comprador passe a pagar por um software que faz o mesmo.

Em quarto lugar, avalie as novidades do mercado, bem como as investidas da Google com o seu Androide.

CONSUMIDOR, ABRA O SEU OLHO.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Onde baixar o greenpoison

Este post esclarece o porque de se chegar ao site http://greenpois0n.com/ e só haver um programa por vez conforme o caminho tomado.

Ele possui alguma variável de sessão ou aplicação que só permite que se chegue à versão correta (para iPhone, iPad) através de links da Internet cuidadosamente preparados.

Portanto, a busca pela versão deve ser feita via Google ou outros sites de busca.

A versão pelo link óbvio é a 4.2.1. Por isto, para as outras, use as buscas. Vale a pena, pois dos softwares ele é o melhor, e ainda coloca a simpática caveirinha no iPhone ou iPad.

sábado, 7 de maio de 2011

O estudo de inglês auxiliado pelo iPhone

Mesmo utilizando o computador com a Internet para o estudo de inglês, através de ferramentas interativas oferecidas pelos sites, o aprendizado não é efetivo.

O ser humano precisa interagir de modo concreto com as atividades intelectuais usando, de alguma forma o corpo. O olho lê a tela de computador, mas é preciso um esforço físico, nem que seja mínimo, de atividade física, até para apontar pelo cansaço, a hora de parar de estudar.

Para o aprendizado é preciso praticar, e no caso do intelecto, escrever, de preferência à mão. Isto pode ser feito até sentado em cadeira, poltrona ou sofá. E pela posição, será preciso ter um dicionário à mão. Neste ponto pode entrar o iPhone, por ser portátil e permitir, com seus aplicativos, a pesquisa.

Dicionários para iPhone

AED - Advanced English Dictionary

Este possui até expressões idiomáticas, ou seja, os verbos na forma de expressões com suas preposições.

Cambridge

Outro excelente dicionário.

Oxford

Dicionário mais voltado para o inglês britânico

Além destes existem os aplicativos do tipo Flashcards (cartões com lembretes da língua), quizzes e outros recursos. No entanto, nada supera a atividade da escrita, marcação com canetas coloridas e recursos que provoquem um esforço físico mínimo para produzir a efetiva interação com o estudo.

Escrever é exercício para o cérebro.

sábado, 16 de abril de 2011

Afinal, para que serve um iPhone ?

Em que situação se deve comprar um iPhone ?

Como celular

Existem muitas outras opções mais baratas. Um iPhone é quase um computador, com jogos, utilitários, dicionários, GPS, etc. Suas capacidades são infinitas. Mas para efetuar somente chamadas telefônicas, compre um celular Nokia ou HTC ou Samsung. Não compre nem LG nem Motorola. E qualquer que seja o celular, não compre do tipo "soft touch" (toque na tela), pois em pouco tempo estragam e precisam de canetas, e você pode perder a caneta.

Como iPod

Ouvir música andando ou fazendo exercícios na academia é uma alienação e provoca uma distribuição errada da energia que o corpo precisa neste momentos. Compre um MP3 player. Ao ouvir música continuamente, a bateria vai embora, principalmente com o 3G ligado.

Como calculadora

Mesmo com o programa que simula a calculadora HP12c, é uma bobagem. O telefone vai ficar todo "batucado", pois você já usa para chamadas e como agenda.

Como player de jogos

Em uma tela de 10 polegadas, é uma besteira jogar. É preferível um playstation ou um desktop com uma placa de vídeo bem estupidamente acelerada.

Então que usos fazer ?

Bem, o iPhone com aplicativos é bom como:


  • Dicionário - Mesmo escrevendo no editor de textos, é bom ter o iPhone do lado, com vários dicionários;
  • Máquina fotográfica - A resolução é boa, e muitos celulares tem esta função;
  • Leitor de ebooks - Por vezes é preciso ler instruções em manuais e tutoriais mesmo se utilizando o computador, para não precisar abrir e fechar janelas;
  • Cliente de email - o iPhone proporciona um meio seguro de envio de emails, SMS e outros;
Aplicativos sérios

Para o caso de aplicativos para compra e venda, auxílio à logística e científicos, o desenvolvimento deve ser feito em uma ferramenta muito completa e complexa, o XCode. Sinceramente não aconselho a nenhum leigo fazê-lo. O ideal é utilizar aplicativos via Web, e até o GoogleDocs na modalidade planilha. A Apple deveria se preocupar em oferecer algo como um MiniAccess para que se pudesse dar ao iPhone um tom mais sério de serviço.

Como atestado de status

Ora, precisar de um celular e comprar um iPhone só para ostentação é uma estupidez sem tamanho. Cada aparelho com seu fim. Não se compra um aparelho com um sistema operacional baseado em Unix para apenas se usar 0,3 % de sua capacidade. Quem faz isto é burro.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

snowbreeze 2.5.1 e iOS 4.3.1

Passei o sábado migrando o iPhone 3GS da versão 4.3 "tethered" (que precisa de iBooty) para a versão "untethered" (totalmente autônoma).

Desta vez os autores do snowbreeze capricharam. Baixamos o iOS4.3.1 de restauração (extensão ipsw) e submetemos ao snowbreeze 2.5.1. Tal como a versão para 4.3, ele injetou o Cydia e confeccionou um sistema limpinho e pronto para ser restaurado pelo iTunes.



O roteiro é o mesmo dado em um post anterior deste blog: Snowbreeze e Jailbreak do iOS 4.3.


Pode fazer o procedimento que funciona redondo. Não existem recomendações. Apenas certifique-se que os servidores Apple não vão interferir com o iTunes, colocando as seguintes linhas no arquivo:


C:\Windows\System32\Drivers\etc\hosts


São elas:



74.208.10.249 gs.apple.com
74.208.10.249 phobos.apple.com
74.208.10.249 albert.apple.com