quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Netbook, Notebook, Ultrabook ou Tablet ?


Qual equipamento escolher para atender ao uso pessoal e em viagens ?

Um equipamento deste tipo deverá atender aos seguintes requisitos:

  1. Ser facilmente transportável;
  2. Pesar menos de 2 quilos;
  3. Não aquecer quando apoiado sobre as pernas;
  4. Suportar pelo menos 2 horas de funcionamento contínuo sem travar;
  5. Ter disponibilidade de softwares de escritório para edição de textos;
  6. Propiciar uma digitação confortável e rápida;
  7. Suportar o envio de e-mails via pacote de dados em rede de telefonia móvel ou WiFi;
  8. Dispor de soluções para scaneamento de documentos.

Tipos de Equipamentos portáteis disponíveis no mercado

Os equipamentos portáteis vão desde os celulares até os Notebooks.

Celulares e Tablets

Celulares e tablets, apesar de cobrirem a maior parte dos requisitos falham no número 6. Mesmo com as telas capacitivas de melhor qualidade o índice de redigitação por caracter é alto. Para digitação o tablet se revela extremamente cansativo, e nos celulares esta característica, de tão insólita, chega a ser proibitiva. A velocidade do processador de um tablet está restrita (devido à questões térmicas) a 1,2 Ghz para voltagens de até 4,5 V.
Também o scaneamento de documentos é muito pobre em celulares e apenas satisfatório nos tablets. Se os documentos não exigirem o reconhecimento dos caracteres para edição (o que não se aplica em documentos jurídicos), o scaneamento via tablet pode ser aceito como adequado.
Celulares absolutamente não se prestam para scaneamento.

Netbooks

Os Netbooks foram uma iniciativa de provimento de solução portátil que pretendia aproveitar as memórias Flash como substitutas do Winchester de partes móveis para armazenamento de informações.
Mas após a experiência de mercado com processadores Atom e semelhantes, observou-se que a durabilidade da bateria orçava em torno dos 55 minutos, e o lateral do equipamento próxima da memória Flash (HD em chip) esquentava em demasiado.
Os problemas com o tipo de instalação Windows em modo não IDE (interface de troca de dados característica e exaustivamente utilizada para Winchester), acrescidos com a falta de um drive de CD-ROM para colocar o drive apropriado levavam as pessoas a pagar R$ 70,00 aqui no Brasil pela instalação do Windows, dado o desconhecimento da manipulação do Sistema Linux.
Em outras palavras, instalar o Windows via Pendrive de boot neste tipo de máquina exigia horas de trabalho, desde o preparo do pendrive até a configuração completa. Somente profissionais de TI bem treinados podiam executar a tarefa.

Notebooks

Os Notebooks eram, e ainda são, equipamentos potentes, quase tanto quanto os desktops. Mas os itens que pesam em sua utilização são 2, 3 e 8. O item peso é o pior deles.
Notebooks são providos de winchester quase do mesmo tamanho dos desktops. Além disto a bateria é um item de peso.

Ultrabook

Depois do fiasco dos Netbooks, e vendo que os Notebooks eram muito volumosos, a indústria tomou o caminho de, principalmente:

  1. Optar pelos Winchester pela sua confiabilidade e baixa liberação de calor (as custas de uma duração um pouco menor da bateria);
  2. Procurar uma tecnologia de integração de transístores em larga escala com pouco efeito de geração de calor.

Esta tendência é praticamente do retorno dos Notebooks, porém com menor peso e garantindo as melhores taxas de desempenho emergentes no mercado, principalmente com os processadores de vários núcleos de processamento.
Os transistores tiveram sua integração nivelada ao patamar da escala de 22 nanômetros. Junto a esta integração severa, a Intel chegou, após investimentos maciços, à tecnologia Ivy-Bridge, em que o canal em que circula a corrente é chaveado por componentes em 3 dimensões, e não mais no plano como eram os anteriores.

A tecnologia Ivy-Bridge

Usando poucas palavras, esta tecnologia trata a transferência de impulsos elétricos dentro do chip do transistor em mais de uma camada, e não mais no plano como nas gerações anteriores de chips (mesmo i3, i5 e i7, os mais modernos até agora).
Para compreender tal coisa, basta ter em mente o trânsito em nossas cidades, Na ausência de túneis e viadutos, temos que encher as nossas vias de circulação com semáforos, perdendo um tempo enorme. O Ivy-Bridge seria a colocação de viadutos entre os subcircuitos de um novo processador.

Os chips anteriores apresentavam “vazamentos” de energia, e isto significa produção de calor. A nova tecnologia reduziu o vazamento a quase zero. Pode-se também ler e gravar as informações utilizando menos energia, pois, tendo estes “viadutos” disponíveis, o trânsito da informação tem seu caminho reduzido no processador. A analogia com o trânsito vai facilitando a compreensão.

A tecnologia Thunderbolt

Esta tecnologia se refere a transferências de dados entre a CPU e periféricos, pelas pontes PCI Express com até 10 Gbps de velocidade. É um dos requisitos que possibilitam a manutenção do USB 3.0.

O que o Ultrabook traz de vantagens então ?

O Ultrabook atende a 7 dos 8 requisitos de equipamentos de TI portáteis, ficando a dever somente no requisito do scanner.
Mas o Ultrabook realmente supera o Notebook neste conjunto de vantagens ?
Em termos de velocidade, não enumerada nos requisitos, o ramo de TI chegou ao estado da arte. Se o equipamento for para uso individual, a performance de qualquer um deles atende plenamente.
O item peso concorre para a vitória do Ultrabook, assim como durabilidade da bateria, dissipação de calor, etc.
O preocupante se refere ao aspecto de conjunto. Será que uma miniaturização e uma compactação de componentes dentro de uma caixa tão estreita não vai gerar problemas futuros ?
O preço também não foi colocado como item de decisão, servindo apenas como um ponto de referência para o momento da compra. O que isto significa ? Sendo uma novidade, os preços ficam um pouco elevados. O tempo para eles estabilizarem no patamar de consumo é justamente o tempo necessário para que os fóruns da Internet recebam as impressões e registros de defeitos possíveis.
Este tempo orça por volta de 6 meses, o mesmo tempo de consolidação e atualização de tecnologias. Existe uma parcela da população que compra novidades, para ser a primeira a dizer que comprou o produto. É esta parcela que contribui para a alimentação dos numerosos fóruns que tratam de equipamentos de TI.
Portanto, partindo da origem deste documento (setembro/2012), o razoável seria avaliar as impressões a partir do mês de março de 2013.
Um outro fato é a promessa da indústria de colocar os chips da tecnologia Ivy-bridge nos Notebooks. Não viria junto com isto também uma redução de peso, com aumento da autonomia da bateria, velocidade de transferência de dados e outros itens ?

O drive de CD/DVD pode fazer falta, mas não compromete as características de um equipamento para viagem, principalmente na era dos "shared" (www.4shared.com, www.rapidshare.com, dropbox e outros).
Por isto vale a pena esperar março de 2013.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Basic for Android tablets

A geração de código para o Android usando o Android SDK e Eclipse é uma chatice sem precedentes. O Java é extremamente robusto, mas excessivamente fragmentado. Cada módulo de instrução tem uma biblioteca separada, e a produtividade é muito baixa.

Por isto desenvolvedores sábios criaram o Basic para o Android, de alta produtividade, fácil de se lidar, mesmo ainda dependendo do SDK, pois no fundo ele acaba gerando códigos Java. A vantagem é que não tomamos conhecimento disto, pois tudo ocorre de forma transparente.

Download:

http://www.basic4ppc.com/

Lembre-se, é uma versão TRIAL da Anywhere Software.

A versão paga custa USD 99, mas vale a pena. Ficar livre do editor Eclipse, com seus plugins e bugs é uma redenção.

NÃO SE ESQUEÇA DE INSTALAR O SDK DO ANDROID.

Manuais:

Iniciante:

http://www.4shared.com/office/xqzzkxtw/GuiaParaIniciante.html?

Desenvolvedor:

http://www.4shared.com/office/_3pA0IZq/GuiaParaUsuario.html?



Seu Samsung Galaxy é um Scanner - CamScanner HD

Adquirir um scanner, instalar o driver do fabricante e depois configurá-lo é uma chatice no PC.

Mas a tecnologia dos tablets veio resolver este problema. O Samsung Galaxy possui, no Market Store, o programa CamScanner HD:


Este programa não é nada mais que um aplicativo de foto com capacidade de selecionar a área a ser escaneada e de ajustar a inclinação da fotografia, de modo a reparar algumas deflexões.

Instale, pois o software é gratuito me excelente.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Samsung Galaxy - Tela inicial Android

Para quem está acostumado com Windows, o modo de operar um tablet Android é bem diferente:


Esta tela inicial introduz novos padrões de ícones.

Detalhando a barra inferior:





domingo, 12 de agosto de 2012

O Galaxy Tab III 7.0 Plus da Samsung

Fruto de uma era tecnológica que está vindo tal qual um trem bala desde 1982, os smartfones e tablets estão entrando no elenco de soluções de processamento digital deste século XXI (o século da promessa de solução para tudo).

O iPhone foi o pioneiro nesta era de portáteis com alto poder de processamento para fins pessoais. Mas até a TV Tupi (você se lembra dela ?) foi pioneira mas não conseguiu se manter. A Apple é uma gigante, símbolo do que o americano pode oferecer em qualidade. Já a Samsung é uma gigante multi-segmento (TVs também) que pensa em atingir vários públicos, sem deixar que a qualidade torne seu produto em algo de ostentação de luxo apenas.

O consumidor quer produto e inserção. Inserção quer dizer que o consumidor não quer deixar uma onda tecnológica passar, mas caso a "prancha de surf" necessária para pegar esta onda for muito cara, ele vai procurar meios alternativos para adquirir a "prancha". A inserção ou Inclusão Digital se transformou em preocupação do Governo Federal, pois tecnologia é insumo básico para quebrar esta barreira de subdesenvolvimento que domina o nosso país.

iPad

O consumidor médio brasileiro não pode pagar o preço de um iPad, injusto e proibitivo. Não se faz de um produto de uso tecnológico do dia-a-dia algo para ostentação de status. Isto se faz com veículos, casas e gêneros de consolidado valor para poucos.

Casas e veículos caros não se incluem na classe de produtos que melhoram a qualidade agregada da Sociedade.

Por isto, o iPad se torna obsoleto em seus fins. Tecnologia para ostentação, para se falar que se tem.

O produto

O Galaxy já é algo com uma tecnologia embarcada de anos de melhoramentos e estudos em torno do sistema Linux. O seu carro chefe, tecnologia WiFi, é imbatível em raio de ação e manutenção de sinal. A qualidade gráfica e a velocidade são inteiramente satisfatórios. Além disto, a tecnologia AllShare (toda a rede enxerga mídia compartilhada) é algo que funciona logo que se liga.

O sistema operacional Android é de fácil manejo e obviedade através da interface gráfica. A integração com Windows é imediata via drives da Internet facílimos de achar e de instalar.

Conectividade a desktops

Através do cabo ou WiFi se tem acesso ao sistema interno de arquivos com facilidade. Para se fazer isto no iPhone é uma luta, pois foi necessário que estudiosos quebrassem as RIDÍCULAS travas do iPhone, por meio dos softwares discutidos neste blog.

O programa WiFi transfer disponibiliza um endereço para se digitar no browser e iniciar as transferências de arquivos. Ele é gratuito e pode ser baixado na Market Store ou Play Store da Samsung.

O Bluetooth é tão bom, que basta ligar. E não tem incompatibilidades com o Nokia, pelo menos. Se falhar com o iPhone ou iPad, apenas dê umas risadas, pois parece que eles não se preocuparam em compatibilidade com os outros.

E o que fazer com o iPad ?

Guarde-o como lembrança de um marco tecnológico e vá correndo comprar um Galaxy.


quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Primeira aplicação para o Android com botão

Deixando de lado detalhes de configuração do ADT Plugin Android no Eclipse, vamos explicar a anatomia da primeira aplicação com um botão para o Android.

Bibliotecas


//import android.app.Activity;
//import android.app.AlertDialog;
import android.app.*;
//import android.content.DialogInterface;
//import android.content.DialogInterface.OnClickListener;
import android.content.*;
import android.content.DialogInterface.OnClickListener;
import android.os.Bundle;
//import android.view.Menu;
//import android.view.View;
import android.view.*;
//import android.widget.Button;
//import android.widget.Toast;
import android.widget.*;

Atividade Principal (Ação principal)


Esta é a declaração default de MainActivity de uma aplicação Android

public class MainActivity extends Activity {

    private Button myButton;


@Override
    public void onCreate(Bundle savedInstanceState) {
        super.onCreate(savedInstanceState);
        setContentView(R.layout.activity_main);
    }

    @Override
    public boolean onCreateOptionsMenu(Menu menu) {
        getMenuInflater().inflate(R.menu.activity_main, menu);
        return true;
    }
    // Outros métodos

}

Colocação de um botão


Na paleta de Form widgets selecionamos o Botão com o mouse e arrastamos para o Formulário. Damos a ele o Id de button1, e alteramos seu texto para "ClickMe".

O método PopIt

Como se trata de uma aplicação Java, cuja característica é a de provocar a escrita de muito código, vamos aproveitar um código que equivale a um Prompt (javascript) ou MessageBox (VBscript). Este código deverá ser utilizado para mensagens com opção de prosseguir e sair:


    public void PopIt( String title, String message ){
        new AlertDialog.Builder(this)
        .setTitle( title )
        .setMessage( message )
        .setPositiveButton("YES", new OnClickListener() {
            public void onClick(DialogInterface arg0, int arg1) {
                //do stuff onclick of YES
                finish();
            }
        })
        .setNegativeButton("NO", new OnClickListener() {
            public void onClick(DialogInterface arg0, int arg1) {
                //do stuff onclick of CANCEL
                Toast.makeText(getBaseContext(), "You touched CANCEL", Toast.LENGTH_SHORT).show();
            }
        }).show();
    }

Se você deseja escrever em Java, acostume-se com esta quantidade de código, ou então desista.

Declarando o evento do botão


    public void ClickBotao(View v){
    PopIt("Exit Application", "Are you sure you want to exit?");
    }



O evento de Click de button1 foi declarado nas propriedades deste botão como ClickBotao, e aqui declaramos que ele vai mostrar a janela PopIt.



Ajustando o início da aplicação


    protected void start(){
    myButton = (Button) findViewById(R.id.button1);
    }

O botão reside em R.java, que declara todos os identificadores de controles:


Código Completo


package com.example.berna1;

//import android.app.Activity;
//import android.app.AlertDialog;
import android.app.*;
//import android.content.DialogInterface;
//import android.content.DialogInterface.OnClickListener;
import android.content.*;
import android.content.DialogInterface.OnClickListener;
import android.os.Bundle;
//import android.view.Menu;
//import android.view.View;
import android.view.*;
//import android.widget.Button;
//import android.widget.Toast;
import android.widget.*;


public class MainActivity extends Activity {

    private Button myButton;


@Override
    public void onCreate(Bundle savedInstanceState) {
        super.onCreate(savedInstanceState);
        setContentView(R.layout.activity_main);
    }

    @Override
    public boolean onCreateOptionsMenu(Menu menu) {
        getMenuInflater().inflate(R.menu.activity_main, menu);
        return true;
    }
    protected void start(){
    myButton = (Button) findViewById(R.id.button1);
    }
    public void ClickBotao(View v){
    PopIt("Exit Application", "Are you sure you want to exit?");
    }
    public void PopIt( String title, String message ){
        new AlertDialog.Builder(this)
        .setTitle( title )
        .setMessage( message )
        .setPositiveButton("YES", new OnClickListener() {
            public void onClick(DialogInterface arg0, int arg1) {
                //do stuff onclick of YES
                finish();
            }
        })
        .setNegativeButton("NO", new OnClickListener() {
            public void onClick(DialogInterface arg0, int arg1) {
                //do stuff onclick of CANCEL
                Toast.makeText(getBaseContext(), "You touched CANCEL", Toast.LENGTH_SHORT).show();
            }
        }).show();
    }
}





terça-feira, 10 de julho de 2012

Não compre o Tablet DL - iPad e Samsung Galaxy

Atrás de preços muito baixos (e irreais) e impulsionados pelo modismo dos tablets, consumidores estão sendo lesados ao comprar o Tablet DL da DL eletrônicos.

Verdadeiros Tablets

Os bons e caros Tablets do mercado são o pioneiro iPad e o excelente Samsung Galaxy. Os preços ultrapassam o de um Notebook, mas eles tem sua finalidade e sua comodidade. Seu sistema operacional e seu projeto eletrônico, de software e o térmico são muito elaborados. O acabamento é muito agradável, e os componentes são de primeira.

Os Tablets nacionais

Já os tablets nacionais decepcionam. Pergunte a quem comprou este que está sendo anunciado até em ofertas de R$ 270,00. Pense bem. Como um equipamento de última tecnologia com um visor grande e soft-touch pode ter o preço de alguns cachos de banana ?

Dando os motivos técnicos, em primeiro lugar está a voltagem em que eles trabalham: 9 volts. Enquanto um bom aparelho trabalha com 3,7 a 4,5 volts, este trabalha com o dobro. A duração da bateria é de apenas 30 minutos com o rádio ligado, enquanto os outros podem trabalhar por 55 minutos ou até 2 horas. O projeto térmico é altamente deficiente. Para não travar, é preciso fazer um buraco na carcaça e colocar um ventilador de aro de pelo menos 15 centímetros. Apenas colocar o ventilador ligado sobre este tablet fechado não adianta.

O alcance do WiFi é algo ridículo. Por vezes é preciso colocar o Tablet do lado do roteador e mandar o mesmo procurar a rede. Só assim ele acha. Depois você pode até afastar o mesmo do roteador, com um risco médio de perder a rede de novo. Ele não possui a sensibilidade nem dos dois piores Notebooks nacionais do mercado.

Além disto, nem mesmo com a instalação de player de vídeo os vídeos do Youtube rodam. Ao tocar com a caneta fornecida com o tablet sobre a tela, nem sempre o atalho desejado é ativado. A tela é ruim, de um tecnologia muito primária.

O chip de controle é de Taiwan, o que já confirma a má qualidade deste tablet.

Conclusão

Em hipótese nenhuma não compre esta marca e nem marcas muito baratas (abaixo de R$500), pois você vai ter é dor de cabeça. Vivemos no mundo real, e um projeto eficiente tem custo, e um custo mínimo. Os celulares já podem custar barato devido ao montante de dinheiro já investido em seu desenvolvimento.