Para quem está acostumado com Windows, o modo de operar um tablet Android é bem diferente:
Esta tela inicial introduz novos padrões de ícones.
Detalhando a barra inferior:
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
domingo, 12 de agosto de 2012
O Galaxy Tab III 7.0 Plus da Samsung
Fruto de uma era tecnológica que está vindo tal qual um trem bala desde 1982, os smartfones e tablets estão entrando no elenco de soluções de processamento digital deste século XXI (o século da promessa de solução para tudo).
O iPhone foi o pioneiro nesta era de portáteis com alto poder de processamento para fins pessoais. Mas até a TV Tupi (você se lembra dela ?) foi pioneira mas não conseguiu se manter. A Apple é uma gigante, símbolo do que o americano pode oferecer em qualidade. Já a Samsung é uma gigante multi-segmento (TVs também) que pensa em atingir vários públicos, sem deixar que a qualidade torne seu produto em algo de ostentação de luxo apenas.
O consumidor quer produto e inserção. Inserção quer dizer que o consumidor não quer deixar uma onda tecnológica passar, mas caso a "prancha de surf" necessária para pegar esta onda for muito cara, ele vai procurar meios alternativos para adquirir a "prancha". A inserção ou Inclusão Digital se transformou em preocupação do Governo Federal, pois tecnologia é insumo básico para quebrar esta barreira de subdesenvolvimento que domina o nosso país.
iPad
O consumidor médio brasileiro não pode pagar o preço de um iPad, injusto e proibitivo. Não se faz de um produto de uso tecnológico do dia-a-dia algo para ostentação de status. Isto se faz com veículos, casas e gêneros de consolidado valor para poucos.
Casas e veículos caros não se incluem na classe de produtos que melhoram a qualidade agregada da Sociedade.
Por isto, o iPad se torna obsoleto em seus fins. Tecnologia para ostentação, para se falar que se tem.
O produto
O Galaxy já é algo com uma tecnologia embarcada de anos de melhoramentos e estudos em torno do sistema Linux. O seu carro chefe, tecnologia WiFi, é imbatível em raio de ação e manutenção de sinal. A qualidade gráfica e a velocidade são inteiramente satisfatórios. Além disto, a tecnologia AllShare (toda a rede enxerga mídia compartilhada) é algo que funciona logo que se liga.
O sistema operacional Android é de fácil manejo e obviedade através da interface gráfica. A integração com Windows é imediata via drives da Internet facílimos de achar e de instalar.
Conectividade a desktops
Através do cabo ou WiFi se tem acesso ao sistema interno de arquivos com facilidade. Para se fazer isto no iPhone é uma luta, pois foi necessário que estudiosos quebrassem as RIDÍCULAS travas do iPhone, por meio dos softwares discutidos neste blog.
O programa WiFi transfer disponibiliza um endereço para se digitar no browser e iniciar as transferências de arquivos. Ele é gratuito e pode ser baixado na Market Store ou Play Store da Samsung.
O Bluetooth é tão bom, que basta ligar. E não tem incompatibilidades com o Nokia, pelo menos. Se falhar com o iPhone ou iPad, apenas dê umas risadas, pois parece que eles não se preocuparam em compatibilidade com os outros.
E o que fazer com o iPad ?
Guarde-o como lembrança de um marco tecnológico e vá correndo comprar um Galaxy.
O iPhone foi o pioneiro nesta era de portáteis com alto poder de processamento para fins pessoais. Mas até a TV Tupi (você se lembra dela ?) foi pioneira mas não conseguiu se manter. A Apple é uma gigante, símbolo do que o americano pode oferecer em qualidade. Já a Samsung é uma gigante multi-segmento (TVs também) que pensa em atingir vários públicos, sem deixar que a qualidade torne seu produto em algo de ostentação de luxo apenas.
O consumidor quer produto e inserção. Inserção quer dizer que o consumidor não quer deixar uma onda tecnológica passar, mas caso a "prancha de surf" necessária para pegar esta onda for muito cara, ele vai procurar meios alternativos para adquirir a "prancha". A inserção ou Inclusão Digital se transformou em preocupação do Governo Federal, pois tecnologia é insumo básico para quebrar esta barreira de subdesenvolvimento que domina o nosso país.
iPad
O consumidor médio brasileiro não pode pagar o preço de um iPad, injusto e proibitivo. Não se faz de um produto de uso tecnológico do dia-a-dia algo para ostentação de status. Isto se faz com veículos, casas e gêneros de consolidado valor para poucos.
Casas e veículos caros não se incluem na classe de produtos que melhoram a qualidade agregada da Sociedade.
Por isto, o iPad se torna obsoleto em seus fins. Tecnologia para ostentação, para se falar que se tem.
O produto
O Galaxy já é algo com uma tecnologia embarcada de anos de melhoramentos e estudos em torno do sistema Linux. O seu carro chefe, tecnologia WiFi, é imbatível em raio de ação e manutenção de sinal. A qualidade gráfica e a velocidade são inteiramente satisfatórios. Além disto, a tecnologia AllShare (toda a rede enxerga mídia compartilhada) é algo que funciona logo que se liga.
O sistema operacional Android é de fácil manejo e obviedade através da interface gráfica. A integração com Windows é imediata via drives da Internet facílimos de achar e de instalar.
Conectividade a desktops
Através do cabo ou WiFi se tem acesso ao sistema interno de arquivos com facilidade. Para se fazer isto no iPhone é uma luta, pois foi necessário que estudiosos quebrassem as RIDÍCULAS travas do iPhone, por meio dos softwares discutidos neste blog.
O programa WiFi transfer disponibiliza um endereço para se digitar no browser e iniciar as transferências de arquivos. Ele é gratuito e pode ser baixado na Market Store ou Play Store da Samsung.
O Bluetooth é tão bom, que basta ligar. E não tem incompatibilidades com o Nokia, pelo menos. Se falhar com o iPhone ou iPad, apenas dê umas risadas, pois parece que eles não se preocuparam em compatibilidade com os outros.
E o que fazer com o iPad ?
Guarde-o como lembrança de um marco tecnológico e vá correndo comprar um Galaxy.
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Primeira aplicação para o Android com botão
Deixando de lado detalhes de configuração do ADT Plugin Android no Eclipse, vamos explicar a anatomia da primeira aplicação com um botão para o Android.
Bibliotecas
//import android.app.Activity;
//import android.app.AlertDialog;
import android.app.*;
//import android.content.DialogInterface;
//import android.content.DialogInterface.OnClickListener;
import android.content.*;
import android.content.DialogInterface.OnClickListener;
import android.os.Bundle;
//import android.view.Menu;
//import android.view.View;
import android.view.*;
//import android.widget.Button;
//import android.widget.Toast;
import android.widget.*;
Atividade Principal (Ação principal)
Esta é a declaração default de MainActivity de uma aplicação Android
public class MainActivity extends Activity {
private Button myButton;
@Override
public void onCreate(Bundle savedInstanceState) {
super.onCreate(savedInstanceState);
setContentView(R.layout.activity_main);
}
@Override
public boolean onCreateOptionsMenu(Menu menu) {
getMenuInflater().inflate(R.menu.activity_main, menu);
return true;
}
// Outros métodos
}
Colocação de um botão
Na paleta de Form widgets selecionamos o Botão com o mouse e arrastamos para o Formulário. Damos a ele o Id de button1, e alteramos seu texto para "ClickMe".
O método PopIt
Como se trata de uma aplicação Java, cuja característica é a de provocar a escrita de muito código, vamos aproveitar um código que equivale a um Prompt (javascript) ou MessageBox (VBscript). Este código deverá ser utilizado para mensagens com opção de prosseguir e sair:
public void PopIt( String title, String message ){
new AlertDialog.Builder(this)
.setTitle( title )
.setMessage( message )
.setPositiveButton("YES", new OnClickListener() {
public void onClick(DialogInterface arg0, int arg1) {
//do stuff onclick of YES
finish();
}
})
.setNegativeButton("NO", new OnClickListener() {
public void onClick(DialogInterface arg0, int arg1) {
//do stuff onclick of CANCEL
Toast.makeText(getBaseContext(), "You touched CANCEL", Toast.LENGTH_SHORT).show();
}
}).show();
}
Se você deseja escrever em Java, acostume-se com esta quantidade de código, ou então desista.
Declarando o evento do botão
public void ClickBotao(View v){
PopIt("Exit Application", "Are you sure you want to exit?");
}
O evento de Click de button1 foi declarado nas propriedades deste botão como ClickBotao, e aqui declaramos que ele vai mostrar a janela PopIt.
Ajustando o início da aplicação
protected void start(){
myButton = (Button) findViewById(R.id.button1);
}
O botão reside em R.java, que declara todos os identificadores de controles:
Código Completo
package com.example.berna1;
//import android.app.Activity;
//import android.app.AlertDialog;
import android.app.*;
//import android.content.DialogInterface;
//import android.content.DialogInterface.OnClickListener;
import android.content.*;
import android.content.DialogInterface.OnClickListener;
import android.os.Bundle;
//import android.view.Menu;
//import android.view.View;
import android.view.*;
//import android.widget.Button;
//import android.widget.Toast;
import android.widget.*;
public class MainActivity extends Activity {
private Button myButton;
@Override
public void onCreate(Bundle savedInstanceState) {
super.onCreate(savedInstanceState);
setContentView(R.layout.activity_main);
}
@Override
public boolean onCreateOptionsMenu(Menu menu) {
getMenuInflater().inflate(R.menu.activity_main, menu);
return true;
}
protected void start(){
myButton = (Button) findViewById(R.id.button1);
}
public void ClickBotao(View v){
PopIt("Exit Application", "Are you sure you want to exit?");
}
public void PopIt( String title, String message ){
new AlertDialog.Builder(this)
.setTitle( title )
.setMessage( message )
.setPositiveButton("YES", new OnClickListener() {
public void onClick(DialogInterface arg0, int arg1) {
//do stuff onclick of YES
finish();
}
})
.setNegativeButton("NO", new OnClickListener() {
public void onClick(DialogInterface arg0, int arg1) {
//do stuff onclick of CANCEL
Toast.makeText(getBaseContext(), "You touched CANCEL", Toast.LENGTH_SHORT).show();
}
}).show();
}
}
Bibliotecas
//import android.app.Activity;
//import android.app.AlertDialog;
import android.app.*;
//import android.content.DialogInterface;
//import android.content.DialogInterface.OnClickListener;
import android.content.*;
import android.content.DialogInterface.OnClickListener;
import android.os.Bundle;
//import android.view.Menu;
//import android.view.View;
import android.view.*;
//import android.widget.Button;
//import android.widget.Toast;
import android.widget.*;
Atividade Principal (Ação principal)
Esta é a declaração default de MainActivity de uma aplicação Android
public class MainActivity extends Activity {
private Button myButton;
@Override
public void onCreate(Bundle savedInstanceState) {
super.onCreate(savedInstanceState);
setContentView(R.layout.activity_main);
}
@Override
public boolean onCreateOptionsMenu(Menu menu) {
getMenuInflater().inflate(R.menu.activity_main, menu);
return true;
}
// Outros métodos
}
Colocação de um botão
Na paleta de Form widgets selecionamos o Botão com o mouse e arrastamos para o Formulário. Damos a ele o Id de button1, e alteramos seu texto para "ClickMe".
O método PopIt
Como se trata de uma aplicação Java, cuja característica é a de provocar a escrita de muito código, vamos aproveitar um código que equivale a um Prompt (javascript) ou MessageBox (VBscript). Este código deverá ser utilizado para mensagens com opção de prosseguir e sair:
public void PopIt( String title, String message ){
new AlertDialog.Builder(this)
.setTitle( title )
.setMessage( message )
.setPositiveButton("YES", new OnClickListener() {
public void onClick(DialogInterface arg0, int arg1) {
//do stuff onclick of YES
finish();
}
})
.setNegativeButton("NO", new OnClickListener() {
public void onClick(DialogInterface arg0, int arg1) {
//do stuff onclick of CANCEL
Toast.makeText(getBaseContext(), "You touched CANCEL", Toast.LENGTH_SHORT).show();
}
}).show();
}
Se você deseja escrever em Java, acostume-se com esta quantidade de código, ou então desista.
Declarando o evento do botão
public void ClickBotao(View v){
PopIt("Exit Application", "Are you sure you want to exit?");
}
O evento de Click de button1 foi declarado nas propriedades deste botão como ClickBotao, e aqui declaramos que ele vai mostrar a janela PopIt.
Ajustando o início da aplicação
protected void start(){
myButton = (Button) findViewById(R.id.button1);
}
O botão reside em R.java, que declara todos os identificadores de controles:
Código Completo
package com.example.berna1;
//import android.app.Activity;
//import android.app.AlertDialog;
import android.app.*;
//import android.content.DialogInterface;
//import android.content.DialogInterface.OnClickListener;
import android.content.*;
import android.content.DialogInterface.OnClickListener;
import android.os.Bundle;
//import android.view.Menu;
//import android.view.View;
import android.view.*;
//import android.widget.Button;
//import android.widget.Toast;
import android.widget.*;
public class MainActivity extends Activity {
private Button myButton;
@Override
public void onCreate(Bundle savedInstanceState) {
super.onCreate(savedInstanceState);
setContentView(R.layout.activity_main);
}
@Override
public boolean onCreateOptionsMenu(Menu menu) {
getMenuInflater().inflate(R.menu.activity_main, menu);
return true;
}
protected void start(){
myButton = (Button) findViewById(R.id.button1);
}
public void ClickBotao(View v){
PopIt("Exit Application", "Are you sure you want to exit?");
}
public void PopIt( String title, String message ){
new AlertDialog.Builder(this)
.setTitle( title )
.setMessage( message )
.setPositiveButton("YES", new OnClickListener() {
public void onClick(DialogInterface arg0, int arg1) {
//do stuff onclick of YES
finish();
}
})
.setNegativeButton("NO", new OnClickListener() {
public void onClick(DialogInterface arg0, int arg1) {
//do stuff onclick of CANCEL
Toast.makeText(getBaseContext(), "You touched CANCEL", Toast.LENGTH_SHORT).show();
}
}).show();
}
}
terça-feira, 10 de julho de 2012
Não compre o Tablet DL - iPad e Samsung Galaxy
Atrás de preços muito baixos (e irreais) e impulsionados pelo modismo dos tablets, consumidores estão sendo lesados ao comprar o Tablet DL da DL eletrônicos.
Verdadeiros Tablets
Os bons e caros Tablets do mercado são o pioneiro iPad e o excelente Samsung Galaxy. Os preços ultrapassam o de um Notebook, mas eles tem sua finalidade e sua comodidade. Seu sistema operacional e seu projeto eletrônico, de software e o térmico são muito elaborados. O acabamento é muito agradável, e os componentes são de primeira.
Os Tablets nacionais
Já os tablets nacionais decepcionam. Pergunte a quem comprou este que está sendo anunciado até em ofertas de R$ 270,00. Pense bem. Como um equipamento de última tecnologia com um visor grande e soft-touch pode ter o preço de alguns cachos de banana ?
Dando os motivos técnicos, em primeiro lugar está a voltagem em que eles trabalham: 9 volts. Enquanto um bom aparelho trabalha com 3,7 a 4,5 volts, este trabalha com o dobro. A duração da bateria é de apenas 30 minutos com o rádio ligado, enquanto os outros podem trabalhar por 55 minutos ou até 2 horas. O projeto térmico é altamente deficiente. Para não travar, é preciso fazer um buraco na carcaça e colocar um ventilador de aro de pelo menos 15 centímetros. Apenas colocar o ventilador ligado sobre este tablet fechado não adianta.
O alcance do WiFi é algo ridículo. Por vezes é preciso colocar o Tablet do lado do roteador e mandar o mesmo procurar a rede. Só assim ele acha. Depois você pode até afastar o mesmo do roteador, com um risco médio de perder a rede de novo. Ele não possui a sensibilidade nem dos dois piores Notebooks nacionais do mercado.
Além disto, nem mesmo com a instalação de player de vídeo os vídeos do Youtube rodam. Ao tocar com a caneta fornecida com o tablet sobre a tela, nem sempre o atalho desejado é ativado. A tela é ruim, de um tecnologia muito primária.
O chip de controle é de Taiwan, o que já confirma a má qualidade deste tablet.
Conclusão
Em hipótese nenhuma não compre esta marca e nem marcas muito baratas (abaixo de R$500), pois você vai ter é dor de cabeça. Vivemos no mundo real, e um projeto eficiente tem custo, e um custo mínimo. Os celulares já podem custar barato devido ao montante de dinheiro já investido em seu desenvolvimento.
Verdadeiros Tablets
Os bons e caros Tablets do mercado são o pioneiro iPad e o excelente Samsung Galaxy. Os preços ultrapassam o de um Notebook, mas eles tem sua finalidade e sua comodidade. Seu sistema operacional e seu projeto eletrônico, de software e o térmico são muito elaborados. O acabamento é muito agradável, e os componentes são de primeira.
Os Tablets nacionais
Já os tablets nacionais decepcionam. Pergunte a quem comprou este que está sendo anunciado até em ofertas de R$ 270,00. Pense bem. Como um equipamento de última tecnologia com um visor grande e soft-touch pode ter o preço de alguns cachos de banana ?
Dando os motivos técnicos, em primeiro lugar está a voltagem em que eles trabalham: 9 volts. Enquanto um bom aparelho trabalha com 3,7 a 4,5 volts, este trabalha com o dobro. A duração da bateria é de apenas 30 minutos com o rádio ligado, enquanto os outros podem trabalhar por 55 minutos ou até 2 horas. O projeto térmico é altamente deficiente. Para não travar, é preciso fazer um buraco na carcaça e colocar um ventilador de aro de pelo menos 15 centímetros. Apenas colocar o ventilador ligado sobre este tablet fechado não adianta.
O alcance do WiFi é algo ridículo. Por vezes é preciso colocar o Tablet do lado do roteador e mandar o mesmo procurar a rede. Só assim ele acha. Depois você pode até afastar o mesmo do roteador, com um risco médio de perder a rede de novo. Ele não possui a sensibilidade nem dos dois piores Notebooks nacionais do mercado.
Além disto, nem mesmo com a instalação de player de vídeo os vídeos do Youtube rodam. Ao tocar com a caneta fornecida com o tablet sobre a tela, nem sempre o atalho desejado é ativado. A tela é ruim, de um tecnologia muito primária.
O chip de controle é de Taiwan, o que já confirma a má qualidade deste tablet.
Conclusão
Em hipótese nenhuma não compre esta marca e nem marcas muito baratas (abaixo de R$500), pois você vai ter é dor de cabeça. Vivemos no mundo real, e um projeto eficiente tem custo, e um custo mínimo. Os celulares já podem custar barato devido ao montante de dinheiro já investido em seu desenvolvimento.
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quinta-feira, 14 de junho de 2012
Os tablets DL T704 WM8056
Ao contrário do que se propala, o tablet DL T7 WM8056 não é chinês. Ele é fabricado no interior de Minas Gerais (Brasil), na cidade de Santa Rita do Sapucaí.
Pode-se constatar nos foruns que o mesmo apresenta uma série de problemas de vídeo e de conexão à Internet. A oficina autorizada em Minas Gerais é a BH Eletrônica, em Belo Horizonte, na Praça Clemente de Faria, bairro Prado. Esta oficina envia estes equipamentos para a fábrica, para sofrerem ajustes, e o prazo é de 20 dias para o conserto.
Pelo tom que usamos aqui, o leitor nota que estamos informando, pois é importante prestigiarmos a indústria nacional. A cidade de Santa Rita do Sapucaí se tornou um pólo de referência quando o assunto é produto eletrônico.
O fato de aparecerem os defeitos se deve a um projeto que precisa ser aperfeiçoado, mas isto só pode acontecer se houver um número necessário de testes e, no Brasil, isto significa testar na mão do consumidor. O público brasileiro é ávido por produtos eletrônicos. Portanto, não havia forma mais eficaz para se fazer isto do que vender. E o preço é atrativo. Menos de R$ 400,00. Por que não ajudar a indústria nacional ?
A solução para o superaquecimento
Para provar que o projeto térmico deste tablet está errado, assim como o aproveitamento indiscriminado de chips de Taiwan, sem exigências das mais simplórias, raspamos ligeiramente o encapsulamento na parte superior do chip com uma lâmina de canivete, e ADIVINHEM: o tablet funcionou da ampla carga até o descarregamento total, SEM DAR TRAVAMENTO NENHUM.
Portanto, o erro está no projeto eletro-térmico deste tablet. Foi uma iniciativa válida, mas muito precipitada da indústria nacional.
Pode-se constatar nos foruns que o mesmo apresenta uma série de problemas de vídeo e de conexão à Internet. A oficina autorizada em Minas Gerais é a BH Eletrônica, em Belo Horizonte, na Praça Clemente de Faria, bairro Prado. Esta oficina envia estes equipamentos para a fábrica, para sofrerem ajustes, e o prazo é de 20 dias para o conserto.
Pelo tom que usamos aqui, o leitor nota que estamos informando, pois é importante prestigiarmos a indústria nacional. A cidade de Santa Rita do Sapucaí se tornou um pólo de referência quando o assunto é produto eletrônico.
O fato de aparecerem os defeitos se deve a um projeto que precisa ser aperfeiçoado, mas isto só pode acontecer se houver um número necessário de testes e, no Brasil, isto significa testar na mão do consumidor. O público brasileiro é ávido por produtos eletrônicos. Portanto, não havia forma mais eficaz para se fazer isto do que vender. E o preço é atrativo. Menos de R$ 400,00. Por que não ajudar a indústria nacional ?
A solução para o superaquecimento
Para provar que o projeto térmico deste tablet está errado, assim como o aproveitamento indiscriminado de chips de Taiwan, sem exigências das mais simplórias, raspamos ligeiramente o encapsulamento na parte superior do chip com uma lâmina de canivete, e ADIVINHEM: o tablet funcionou da ampla carga até o descarregamento total, SEM DAR TRAVAMENTO NENHUM.
Portanto, o erro está no projeto eletro-térmico deste tablet. Foi uma iniciativa válida, mas muito precipitada da indústria nacional.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
O Samsung Galaxy Tab tem USB
A porta USB veio nos libertar das antigas interfaces, muitas vezes proprietárias, e de baixa velocidade.
Tendo em nossas mãos um Galaxy Tab, notamos a presença de tão útil saída para o consumidor: a porta USB. O seu concorrente direto iPad não possui tal porta. Então nos perguntamos: POR QUE ? Seria porque Steve Jobs e a Apple queriam e querem nos aprisionar ao seu cabo (muito frágil), à sua loja monopolista (AppleStore) e ao seu software exclusivista (iTunes) ?
Hoje, USB é obrigatório. O pendrive é o dispositivo de transporte de arquivos por excelência, digno de estátua e medalha. O pendrive vai do carro ao computador e depois para a televisão. Não dá para viver sem ele. Mas para proteger seus equipamentos "elitizados", a Apple suprimiu tal interface, com medo de se fazerem softwares para burlar seu sistema operacional.
Então, sem cabo, sem software, você pode "montar" o USB no seu tablet, e executar, copiar arquivos, instalar softwares e tudo o mais.
Agora, com o Galaxy Tab, pense mil vezes antes de aderir à Apple. A guerra está declarada.
Tendo em nossas mãos um Galaxy Tab, notamos a presença de tão útil saída para o consumidor: a porta USB. O seu concorrente direto iPad não possui tal porta. Então nos perguntamos: POR QUE ? Seria porque Steve Jobs e a Apple queriam e querem nos aprisionar ao seu cabo (muito frágil), à sua loja monopolista (AppleStore) e ao seu software exclusivista (iTunes) ?
Hoje, USB é obrigatório. O pendrive é o dispositivo de transporte de arquivos por excelência, digno de estátua e medalha. O pendrive vai do carro ao computador e depois para a televisão. Não dá para viver sem ele. Mas para proteger seus equipamentos "elitizados", a Apple suprimiu tal interface, com medo de se fazerem softwares para burlar seu sistema operacional.
Então, sem cabo, sem software, você pode "montar" o USB no seu tablet, e executar, copiar arquivos, instalar softwares e tudo o mais.
Agora, com o Galaxy Tab, pense mil vezes antes de aderir à Apple. A guerra está declarada.
sábado, 5 de novembro de 2011
Você precisa mesmo de um tablet
Modismo introduzido pelo iPad de Steve Jobs, o mercado consumidor ávido de tecnologia e novidades "caiu matando" na compra dos tablets.
Mas afinal, você consumidor precisa mesmo de um tablet ?
Vejam bem, a vantagem propalada do tablet é a sua portabilidade física. Você pode levá-lo para a aula, para o trabalho, para o Shopping, para o campo de futebol, para a casa da mamãe, para o avião, etc. Mas para que esta necessidade. O mercado de consumo cria necessidades sobre necessidades.
O computador é para ser utilizado para trabalhar. O de lazer tem que estar em nossa casa, para ligarmos no "home theater". Na rua, leitor, saia de bermuda, saia com os amigos, e não fique preocupado em olhar algo na internet. Faça isto antes de sair e marcar o restaurante onde vai, a pousada, o avião. Relaxe um pouco longe destas engenhocas eletrônicas. Não aceite a ideía de que você só estará vivo e "conectado" se estiver com um equipamento eletrônico de interação social, pois interação social é feita corpo a corpo, no encontro das pessoas, e não por uma telinha.
Mas afinal, você consumidor precisa mesmo de um tablet ?
Vejam bem, a vantagem propalada do tablet é a sua portabilidade física. Você pode levá-lo para a aula, para o trabalho, para o Shopping, para o campo de futebol, para a casa da mamãe, para o avião, etc. Mas para que esta necessidade. O mercado de consumo cria necessidades sobre necessidades.
O computador é para ser utilizado para trabalhar. O de lazer tem que estar em nossa casa, para ligarmos no "home theater". Na rua, leitor, saia de bermuda, saia com os amigos, e não fique preocupado em olhar algo na internet. Faça isto antes de sair e marcar o restaurante onde vai, a pousada, o avião. Relaxe um pouco longe destas engenhocas eletrônicas. Não aceite a ideía de que você só estará vivo e "conectado" se estiver com um equipamento eletrônico de interação social, pois interação social é feita corpo a corpo, no encontro das pessoas, e não por uma telinha.
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